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ENTREVISTA AO ESCRITOR HENGGO



Henggo é um cara tranquilo que nasceu da vontade do Henrique de falar. Apenas falar. Independente se o ouvissem ou não. O Henggo é melancólico, pensativo, adora olhar para o ceu, gosta de ficar sozinho e sente-se bem com os rumos que a vida tomou. É nascido em São Luís (MA), Brasil, em 1988 e vive em uma busca incansável por respostas...

2- Descreve um pouco de Henggo, escritor, poeta e desenhista.
Gosto de escrever sobre temas que me incomodam, mesclando-os à fantasia. Acredito que as palavras podem mudar vidas – e isso é algo que trago do jornalismo, área na qual tenho graduação. Contudo, antes do Jornalismo eu passei dois anos fazendo Direito. Não gostei da burocracia, não gostei de ver leis no papel que não condiziam com a realidade do Brasil. Eu queria mudar o mundo e o Jornalismo pareceu um caminho natural para alguém que escreve desde os 8 anos de idade. Contudo, mesmo como repórter ou como assessor de comunicação, eu ainda me sentia acorrentado. E foi nesse ponto que voltei a desenhar (algo que faço desde muito pequeno) e me aperfeiçoei, unindo o desenho e a pintura aos meus escritos e às poesias. Escrevo para gritar verdades que, por vezes, não tenho coragem de dizer para quem as merece ouvir...

3- Para mim és o homem do chapéu, porque o chapéu?
(Risos). Eu mudei bastante meu estilo ao longo dos anos e, quando comecei a raspar o cabelo, percebi a necessidade de proteção do couro cabeludo. Como nunca gostei de bonés, os chapéus viraram uma constante; uma marca. Incorporei-os à minha vida. Dão um ar de mistério e eu gosto disso...

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